sexta-feira, 13 de abril de 2018

Homem mata outro por não conseguir desatolar seu carro no Paraná

Um homicídio brutal foi esclarecido no inicio da tarde dessa quarta-feira (11), pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Curitiba. Foi identificado e preso um homem, de 24 anos, suspeito de matar a tiros Paulo Sergio Galvão, de 53 anos. A motivação do crime se deu porque a vítima apenas não conseguiu ajudá-lo a desatolar seu carro. O homem foi localizado em via pública no município de Araucária, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), durante um cerco policial montado na região para o cumprimento de um mandado de prisão temporária contra o suspeito.
O crime aconteceu na tarde do dia 3 de março deste ano, na Estrada Velha do Barigui, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), quando a vítima, junto com sua esposa e filho, tentaram ajudar um homem que estava com seu carro atolado. "No dia dos fatos chovia muito, então a vítima, junto com sua esposa e filho resolveram deixar o carro e caminhar pela estrada, momento em que viram um carro atolado e resolveram ajudar. Pai e filho começaram a empurrar o carro, um automóvel de cor escura, porém o veículo não se movia. A vítima disse ao suspeito que não poderia ajudá-lo já que o carro não saia do lugar, fato esse que motivou o suspeito a cometer o assassinato", contou o delegado da 3ª Delegacia de Homicídios, que coordenou as investigações, Osmar Feijó. Após a situação, o suspeito pegou uma arma de fogo que estava no interior do veículo e efetuou diversos disparos contra a vítima. A esposa e o filho conseguiram correr, mas Galvão possuía problemas motores nas pernas e não conseguiu fugir, sendo alvejado pelo suspeito. O homem responderá pelo crime de homicídio. Caso condenado poderá pegar uma pena de 12 a 30 anos de prisão. Ele permanece preso à disposição da Justiça. Investigações apuraram que o acusado é suspeito da autoria de outros dois assassinatos praticados nos anos de 2015 e 2017. O homem já responde pela prática de um homicídio na cidade de Araucária, e possuí passagens criminais por porte de arma de fogo. Na DHPP, o suspeito responde a três inquéritos policiais referente a crimes contra a vida.